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Adotando mais opções de tratamento para câncer cervical metastático, recorrente ou persistente

O câncer do colo do útero é o quarto câncer mais comum entre as mulheres em todo o mundo, mas o prognóstico permanece terrível para aquelas com doença recorrente ou metastática, evidenciado por uma taxa de sobrevida de apenas 19% em 5 anos.
 Essa dura realidade ressalta a necessidade urgente de opções terapêuticas novas e aprimoradas. Desde 2014, três ensaios clínicos randomizados de fase 3 influenciaram notavelmente as estratégias de tratamento de primeira linha para câncer cervical recorrente ou metastático: GOG-240,
KEYNOTE-826,
e BEATcc.

 O estudo GOG-240 estabeleceu a combinação de quimioterapia e bevacizumabe como a intervenção padrão de primeira linha para câncer cervical recorrente ou metastático incurável, com uma sobrevida global média de 17 meses.
Posteriormente, o estudo KEYNOTE-826 mostrou que a adição de pembrolizumabe à quimioterapia (com ou sem bevacizumabe) melhorou significativamente a sobrevida global média para aproximadamente 26 meses.
 Além disso, o estudo BEATcc avaliou a incorporação do anticorpo PD-L1 atezolizumabe na quimioterapia de primeira linha combinada com bevacizumabe, resultando em melhorias substanciais na sobrevida global, com uma sobrevida global média de 32,1 meses.
Instituto Nacional do Câncer