A carga global de saúde pública da depressão está amplamente documentada e é particularmente desafiadora em países de baixa e média renda (LMICs), onde os recursos médicos são escassos e os serviços de saúde precisam gerenciar a dupla carga de distúrbios transmissíveis e não transmissíveis de alta prevalência. Soluções criativas são necessárias, e o trabalho no crescente campo da saúde mental global, incluindo o trabalho em cuidados colaborativos e compartilhamento de tarefas, fez avanços importantes no desenvolvimento dessas soluções.
O estudo de Ryan K McBain e colegas
publicado no The Lancet faz uma contribuição importante, com foco na integração do tratamento da depressão em clínicas de cuidados crônicos em um ambiente de LMIC e introduz várias inovações nos métodos.